Perguntas Frequentes (F.A.Q.s)
Não.
S. A. R. vive
inteiramente dos seus
rendimentos que aufere
dos imóveis que herdou
da sua mãe, a princesa
D. Maria Francisca
(1914-1968), e da
falecida Rainha D.
Augusta Vitória
(1890-1966). Os bens
desta última fazem parte
integral da Fundação D.
Manuel II cujo
presidente é S. A. R.
como chefe da Casa Real.
Sim.
Ele é em http://www.casarealportuguesa.org/
Primeiro porque não
depende de S. A. R.
restaurar a monarquia,
depende apenas dos
portugueses. Além disso
nenhum presidente da
república tem poderes
para mudar o regime
republicano. Isso requer
iniciativa do primeiro
ministro e uma mudança
de constituição.
Porque mais uma vez não
pertence a S. A. R.
restaurar a monarquia
mas apenas ao povo cuja
vontade é representada
pelos seus eleitos. Além
disso S. A. R. não tem
nenhuma agenda política
e candidatar-se a
primeiro-ministro
somente com o motivo
duma restauração
monárquica seria
ridículo.
S. A.
R. não vota nas eleições
legislativas nem nas
presidenciais nem se
compromete com nenhum
partido político, mas
faz questão de votar nas
eleições locais por
serem mais sobre o
candidato em si do que o
seu partido. O PPM não
representa de todo o
pensamento monárquico
português e nos dias de
hoje é mais uma
sociedade familiar do
que um partido. Os
monárquicos têm um amplo
espectro de pensamento
político podendo votar
em vários partidos.
Nem
tudo. Há organizações de
intervenção cívica
supra-partidárias como o
Instituto da Democracia
Portuguesa e
organizações cuja tarefa
é promover a monarquia
como a Causa Real.
Á luz
do direito
constitucional
monárquico vigente no
dia 4 de Outubro de
1910, o herdeiro da
Coroa portuguesa é S. A.
R. o Senhor D. Duarte. É
claro que o princípio
hereditário serve apenas
de bússola na escolha,
porque o Rei só é Rei
por vontade dos
portugueses expressa nas
Cortes (antigo
parlamento) e por isso
em teoria qualquer um
pode ser Rei.
Quanto a Nuno da Câmara
Pereira, dedica-se ao
seu negócio de família
que é o fado e o PPM,
mas há alguns anos atrás
peticionou o extinto
Conselho de Nobreza para
lhe ser reconhecido o
direito ao título
honorífico de Dom, ao
qual segundo o parecer
das entidades
competentes não tinha
direito. Apenas a sua
mulher o tem por direito
por ser filha do marquês
de Borba. Provavelmente
pela esposa ser "Dona" e
ele não, foi demais para
o seu espírito
tradicionalista e desde
então tem feito uma
campanha centrada na
dissidência monárquica.
Não.
Houve uma proposta de
lei do CDS-PP que
contemplava estabelecer
a precedência de S. A.
R. após os
ex-presidentes da
república. Esta proposta
levantou controvérsia
mesmo entre os meios
monárquicos, e foi
chumbada. Actualmente a
república portuguesa não
reconhece S. A. R. como
entidade especial. S. A.
R. é somente um cidadão
igual aos outros.
Isto
pode parecer bizarro mas
os reis de Portugal e,
regra geral por toda a
Europa, os monarcas e os
seus descendentes em
linha varonil não têm
sobrenome. Por exemplo
os descendentes
ilegítimos de D. António
I, último rei da
dinastia de Avis sempre
tiveram a designação
possessiva de Portugal
(D. Manuel de Portugal,
D. Cristóvão de Portugal
etc.). Com a restauração
e a nova dinastia de
Bragança tomou-se por
hábito designar as
pessoas reais com a
designação possessiva de
Bragança aludindo ao
ducado palatino, e cuja
razão de ser não é nem
mais nem menos do que a
anterior. Logo D. Duarte
de Bragança ou D. Duarte
de Portugal é uma
referência à mesma
pessoa. O nome completo
de S. A. R. é D. Duarte
Pio João Miguel Gabriel
Rafael (de Bragança).
Não.
Eu sou de classe média,
não aprecio fado nem
gosto de touradas. Os
meus pais não são nobres
que eu saiba. A nobreza
das monarquias modernas
não tem nenhum
privilégio especial
perante a lei logo o
ganho que terão em que a
monarquia seja
restaurada é nulo. Até
pelo contrário, durante
a monarquia a nobreza
tinha que pagar direitos
de mercê, um imposto
bastante alto que todos
os nobilitados tinham
que pagar para se
encartarem do
reconhecimento oficial
do título nobiliárquico.
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