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SUA ALTEZA REAL O MUI AUGUSTO E SERENÍSSIMO SENHOR Dom Duarte Nuno Fernando Maria Miguel Gabriel Rafael Francisco Xavier Raimundo António, Príncipe Real de Portugal, 24º duque de Bragança, 21º duque  de Guimarães, 19º duque de Barcelos, 23º marquês de Vila Viçosa, 31º conde de Barcelos, 28º conde de Ourém, 25º conde de Arraiolos, 25º conde de Neiva, 25º conde de Faria e 21º conde de Guimarães. O segundo de seu nome como representante dos reis de Portugal [D. Duarte (II)]. Grão-Mestre da Ordem de Nossa Senhora de Vila Viçosa, Grão-Mestre da Ordem de São Miguel da Ala, Bailio Grã-Cruz da Ordem Soberana de Malta nasceu em Seebenstein, Império Austro-Húngaro a 23 de Setembro de 1907. Baptizado com água benta da Igreja da Nossa Senhora da Oliveira em Guimarães transportada de propósito para o seu local de exílio familiar. Educado em Ratisbona e na Baixa Áustria. Em 1929 viola a lei do banimento, transpõe a fronteira e visita o país numa visita relâmpago de cinco dias.
 A 29 de Maio de 1942 visita outra vez Lisboa ilegalmente e parte daí para o Rio de Janeiro no Brasil para visitar os seus primos imperiais. A 15 de Outubro casa na Catedral de Petrópolis com S.A.I. a Princesa D. Maria Francisca do Brasil, bisneta de S.M.I. o imperador D. Pedro II e trineta d'El Rei D. Pedro IV unindo-se assim no sangue ambos os ramos da Casa Real portuguesa.
    Ao dia 2 de Julho de 1932 é chamado à sucessão da coroa pelo falecimento inesperado do seu primo, de Gloriosa Memória, El-Rei o Senhor Dom Manuel II (1889-1932), O Desventurado. A 19 de Outubro do mesmo ano é reconhecido pela Causa Monárquica, único organismo oficial reconhecido pelo falecido Rei, como D. Duarte II, putativo Rei de Portugal dependente da restauração do trono dormente.
    Em 1949 o projecto de lei do deputado monárquico João Botelho Moniz, revogando as leis do banimento, é apresentado na Assembleia Nacional e no ano seguinte este é aprovado por unanimidade. Vieram os príncipes estabelecer residência em solo nacional em 1952.

    Na tentativa de manipular os monárquicos, e de os silenciar, Salazar  instala o príncipe no Paço de São Marcos, uma gaiola dourada, após efectuar a confiscação e nacionalização dos bens da casa de Bragança a pretexto duma errónea interpretação das intenções testamentárias d'El Rei D. Manuel II.

Faleceu em 1976 e jaz na Igreja dos Agostinhos, panteão dos duques de Bragança, em Vila Viçosa.


Do seu casamento nasceram três filhos: